Leste do Éden
Espaço destinado à discussão de questões antropológicas e sociológicas, à disponibilização de ementas de cursos e links para livros e artigos das Ciências Sociais.
terça-feira, 25 de setembro de 2018
segunda-feira, 11 de março de 2013
Antropologia I - UCAM
Texto 12/03/2013:
http://www.4shared.com/office/BaX4eT6D/Valpassos_-_Artigo_Livro_Miria.html
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Antropologia II
UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES – UCAM
INSTITUTO DE HUMANIDADES - IH
Ciências Sociais
Disciplina: Antropologia II
Prof. Carlos Abraão Moura Valpassos
2º. semestre de 2012
Objetivos: Aprofundar o conhecimento em
conceitos fundamentais da Antropologia, tanto na perspectiva histórica quanto
temática, com enfoque particular no Estruturalismo. Examinar diferentes
propostas da disciplina, no sentido de estabelecer uma compreensão da natureza
simbólica da cultura e da sociedade.
Unidade 1: Parentesco e Organização Social
- RADCLIFFE-BROWN, Alfred. Cap. IV: Os Parentescos por
Brincadeira. In: Estrutura e Função na
Sociedade Primitiva. Petrópolis: Vozes, 1973.
- LÉVI-STRAUSS, Claude. Cap. II: A Análise Estrutural
em Lingüística e Antropologia. In: Antropologia
Estrutural I. 6ª. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003.
- LÉVI-STRAUSS, Claude. Cap. II: O Problema do Incesto
e Cap.V: O Princípio da Reciprocidade. In: As
Estruturas Elementares do Parentesco. Petrópolis: Vozes, 1976.
- EVANS-PRITCHARD, Edward. Introdução e Cap.3: Tempo e
Espaço. In: Os Nuer: Uma Descrição do
Modo de Subsistência e das Instituições Políticas de um Povo Nilota. São
Paulo: Perspectiva, 1978.
Texto
complementar:
- AUGÉ, Marc. Cap. I: Introdução ao Vocabulário do
Parentesco. Cap. II: Os Parentes e os Outros. In: Os Domínios do Parentesco: Filiação, Aliança Matrimonial, Residência.
Lisboa: Edições 70, 1975.
Unidade 2: Hierarquia e Igualdade
- DUMONT, Louis. Introdução, Cap.11: Comparação
(Final): O Devenir Contemporâneo e Posfácio para a Edição “Tel”. In: Homo Hierarchicus: O Sistema de Castas e
suas Implicações. São Paulo: Edusp, 1992.
- LEACH, Edmund. Introdução, Cap.6: Gumlao e Gumsa e Conclusão. In: Sistemas Políticos da Alta Birmânia. São
Paulo: Edusp, 1995.
Unidade 3: Tabu e Magia
- RADCLIFFE-BROWN,
Alfred. Cap. VII: Tabu. In: Estrutura e Função na Sociedade Primitiva.
Petrópolis: Vozes, 1973.
- EVANS-PRITCHARD, Edward. Cap. II: A Noção de
Bruxaria como Explicação de Infortúnios. In: Bruxaria, Oráculos e Magia Entre os Azande. 2ª. ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2005.
Unidade 4: A Estrutura dos Mitos
- LÉVI-STRAUSS, Claude. Cap. XI: A Estrutura dos
Mitos. In: Antropologia Estrutural I.
6ª. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003.
- LEACH, Edmund. O Gênesis Enquanto um
Mito. In: Edmund Leach: Antropologia.
Col. Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Ática, 1983.
- DOUGLAS, Mary. Introdução, Cap.2: Profanação Secular
e Cap.6: Poderes e Perigos. In: Pureza e
Perigo. São Paulo: Perspectiva, 1976.
Sociologia Brasileira
Universidade Candido Mendes – UCAM
IUPERJ
Programa do Curso
Sociologia Brasileira
Prof. Carlos Abraão Moura Valpassos
valpassos@gmail.com
2º
semestre 2012
Ementa: Avaliação
crítica dos principais autores que, em diferentes momentos, tomaram a sociedade
brasileira com objeto de reflexão e investigação.
Objetivos:
Compreender as
condições de surgimento da sociologia no Brasil através leitura de autores
clássicos. Exercitar a reflexão crítica dos alunos através da analise de
estudos sobre a formação sócio-politica brasileira que tematizem a questão da
identidade nacional . Empreender uma analise dos contextos históricos a partir
dos quais se elaboraram, dentro da tradição do pensamento social brasileiro, os
vários discursos de interpretação de nossa sociedade.
Unidade I
Ciência e Sociedade: Descobrindo o Brasil no início
do século XX.
CUNHA, Euclides. Os
Sertões. Brasília: Ed. da UnB, 1963 [1902].
NEIVA, Artur
& PENNA, Belisário. Viagem Científica.
Brasília: Academia Brasiliense de Letras, 1984.
LAMEGO,
Alberto Ribeiro. A Planície do Solar e da Senzala. Rio de Janeiro:
Católica, 1934
MELLO, Marco
Antonio da Silva & VOGEL, Arno. Natureza e Sociedade. Ciência e Ficção no
Saneamento no Brasil. In:________. Gente
das Areias. História, meio ambiente e sociedade no litoral brasileiro. Niterói:
EduFF, 2004.
LOBATO, Monteiro Mr.
Slang e o Brasil e Problema Vital. SP, Brasiliense, 1959.
________.
Urupês. SP,
Ed. Brasiliense, 1969.
IBGE. Tipos e
Aspectos do Brasil. Rio de Janeiro, 1963.
LAU, Percy. Suas
Ilustrações. Rio de Janeiro: IBGE: 1969.
Unidade II
A sociedade Brasileira e as Grandes Narrativas:
teoria e interpretação
MICELI, Sergio (Org.) História das Ciências
Sociais no Brasil. São Paulo: IDESP, 1989.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e
Senzala. Formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal.
São Paulo: Global Editora, 2003.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e
Mucambos. A decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano.
São Paulo: Global Editora, 2003.
HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro:
Ed. José Olympio, 1936.
FERNANDES,
Florestan. Mudanças Sociais no Brasil. São Paulo: Difel,
PRADO JUNIOR, Caio. Formação do Brasil
Contemporâneo.
CARDOSO, Fernando Henrique & FALETTO, Enzo. Dependência e Desenvolvimento na América Latina. Ensaio de
Interpretação Sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. Formação do Patronato Político
Brasileiro. São Paulo: Editora Globo/USP. 1975. Vols. 1 e 2.
DA MATTA, Roberto. Carnavais Malandros e Heróis. Para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro:
Zahar, 1981.
Bibliografia
Complementar:
CHALHOUB, Sidney. Cidade febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo:
Cia. das Letras. 1996.
AGUIAR,
Neuma Hierarquias em Classes. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
BARRETO,
Lima. Os Bruzudangas. São Paulo: Brasiliense. 1956.
CANDIDO,
Antonio. O Método Crítico de Silvio Romero. São Paulo.
FARIA, Luis de Castro. Oliveira
Vianna – De Saquarema a Alameda São
Boa Ventura, 41 – Niterói. Rio de Janeiro: Relume Dumara, 2002.
FERNANDES, Florestan e BASTIDE, Roger. Relações
Raciais entre Negros e Brancos em São Paulo. São Paulo. 1955.
FRANCO,
Maria Silvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. São Paulo: UNESP, 1997.
NOGUEIRA, Oracy. Preconceito Racial de Marca e Preconceito Racial de
Origem. In: Anais da XXI Congresso Internacional de Americanistas, São
Paulo, 1955.
RAMOS,
Guerreiro. Cartilha brasileira do aprendiz de sociólogo. RJ: Ed. Andes,
1954.
SANTOS,
Wanderley Guilherme. Ordem Burguesa e Liberalismo Político. São Paulo:
Duas Cidades, 1978
SKIDMORE,
Thomas. Preto no Branco, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
VIANNA,
Oliveira. Instituições políticas brasileiras. Rio de Janeiro: Record, 1974.
domingo, 27 de maio de 2012
Antropologia Brasileira - UCAM
MELLO, Marco Antonio da Silva. & VOGEL, Arno. Monarquia Contra República - A ideologia da terra e o paradigma do Milênio na "guerra santa" do Contestado.
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CFQQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.ifcs.ufrj.br%2F~lemetro%2Fpesquisadores%2FArno%2520Vogel%2Fmonarquia.pdf&ei=kBbCT4PQKeW26gGEwp2nCg&usg=AFQjCNERJ4lKaESvSnMVwh14x5YEQ7QxQQ
Boa leitura e ate amanha!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Texto do Laplantine - Pedagogia Uenf
Pessoal, o texto do Laplantine está disponível no link abaixo:
http://ebooksgratis.com.br/uncategorized/antropologia-aprender-antropologia-francois-laplantine/
Abraço!
Ementa Antropologia Cultural - Curso de Pedagogia Uenf
ANTROPOLOGIA CULTURAL
Universidade do
Estadual do Norte Fluminense
Laboratório de
Estudos da Sociedade Civil e do Estado
Centro de Ciências
do Homem
Professor:
Carlos Abraão Moura Valpassos
Apresentação
O Curso tem por
objetivo apresentar um primeiro panorama da Antropologia ao aluno,
familiarizando-o com as principais questões que caracterizam a disciplina. Para
tanto, o programa será dividido em unidades destinadas a tópicos específicos:
1) O Olhar Antropológico (discussão sobre a abordagem da disciplina, suas
origens no campo das ciências sociais e suas contribuições); 2) Etnocentrismo e
Relativismo; e 3) A Etnografia como Metodologia de Pesquisa.
Metodologia
As aulas do
curso serão expositivas, baseadas na bibliografia indicada para cada sessão. 02
(dois) filmes serão exibidos para proporcionar sua discussão pautada na
bibliografia lida.
Avaliação
O processo de
avaliação será efetuado por 03 (três) meios: 1) 20% da nota final corresponderá
à avaliação da participação do aluno em sala de aula, o que envolve sua
freqüência e suas intervenções nos debates; 2) 40% serão correspondentes a uma
prova sobre os textos discutidos, o que deve acontecer em meados do curso; 3)
os 40% restantes serão o resultado de um pequeno exercício etnográfico a ser desenvolvido
pelos estudantes, em grupos, sobre temas que despertem seus interesses, de modo
a familiarizá-los com o ofício do antropólogo e apresentá-los aos possíveis
“estranhamentos” despertados no campo.
I – O Olhar Antropológico
Aula 1)
MINER, Horace. O
Ritual do Corpo entre os Sonacirema. Publicação original: “Body ritual among the Nacirema”, American
Anthropologist, Vol. 58, n°3 (1956). p. 503-507.
Apresentação da Metodologia de Avaliação do Curso e da Proposta de
Trabalho Etnográfico em Grupo.
Aula 2)
LAPLANTINE, François. Introdução:
o campo e a abordagem antropológica. In.: Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense.
LINTON, Ralph. As Origens do
Homem. In.: O Homem – Uma Introdução à Antropologia. São Paulo, Martins:
S/D.
Aula 3)
MAUSS, Marcel. As
Técnicas do Corpo. In.: Sociologia e Antropologia. São Paulo, Cosac &
Naify: 2003.
LÉVI-STRAUSS, Claude. O feiticeiro e sua magia. In.: Antropologia Estrutural. Rio de
Janeiro, Tempo Brasileiro: 1985.
Aula 4)
DAMATTA, Roberto. Antropologia
no Quadro das Ciências. In.: Relativizando – Uma Introdução à Antropologia
Social. Rio de Janeiro, Rocco: 2000.
Aula 5)
Exibição e
discussão do Filme “Dança com Lobos”.
1990. Direção de Kevin Costner e roteiro de Michael Blake.
II –
Etnocentrismo e Relativismo
Aula 6)
LARAIA,
Roque de Barros. Cultura – Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro,
Jorge Zahar Editor: 2002.
Aula 7)
DAMATTA, Roberto. Antropologia
e História. In.: Relativizando – Uma Introdução à Antropologia Social. Rio
de Janeiro, Rocco: 2000.
Aula 8)
LÉVI-STRAUSS,
Claude. Raça e História. In.:
Antropologia Estrutural 2. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro: 1993.
Aula 9)
KROEBER, A.
L. O Superorgânico. In.: Donald Pierson: Estudos de Organização Social. São Paulo, Livraria Martins Fontes
Editora: 1970.
Aula 10)
AHMADU,
F. Rites and Wrongs: an Insider/Outsider
reflects on Power and Excision. In: B. Shell-Duncan e Y. Hernlund (Ed.). Female
"Circumcision" in Africa Boulder and London, Lynne Riener: 2000.
p.283-330 (A ser apresentado pelo
Professor).
HERSKOVITZ, Melville. O problema
do relativismo cultural. In.:: Antropologia
cultural. São Paulo, Mestre Jou: 1963.
Aula 11)
Exibição e discussão do Filme “Um Homem Chamado
Cavalo” (1970).
Sinopse obtida em http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Man_Called_Horse:
John Morgan, um aristocrata inglês de
modos refinados, faz parte de uma expedição em Dacota em 1821, quando é
capturado pela tribo dos "Mãos Amarelas", índios da nação Sioux. É
inicialmente escravizado e tratado como um animal de carga pelos guerreiros.
Depois é colocado para trabalhar com as mulheres da tribo, em seus afazeres
domésticos. Com o tempo ele aprende a respeitar a cultura nativa, ao mesmo
tempo que seus captores o aceitam como um dos seus. Na tribo há outro homem
branco cativo, Batise, que só pensa em escapar. Morgan chega a matar dois
selvagens das tribos rivais (e os escalpela) e com isso consegue receber o almejado
status de "guerreiro",
passando a ser chamado de "Horse" pelos outros. Deseja casar-se com
uma índia, mas para isso deve passar por todo o doloroso ritual imposto
pelas tradições da tribo.
Aula 12)
Avaliação escrita sobre os textos discutidos nas
Unidades I e II.
III - A
Etnografia como Metodologia de Pesquisa
Aula 13)
MALINOWSKI, Bronislaw K. Introdução:
tema, método e objetivo dessa pesquisa. In.: Os Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo, Abril:
1984.
DAMATTA, Roberto. O ofício do
Etnólogo ou como ter ‘Anthropological Blues’. In.: A Aventura Sociológica: objetividade, paixão,’ improviso e método na
pesquisa social. E. Nunes (org). Rio de Janeiro, Jorge Zahar:
1978.
Aula 14)
VELHO, Gilberto. Observando o
familiar. In.: Individualismo e
cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio
de Janeiro, Jorge Zahar: 1981.
DAMATTA, Roberto. Trabalho
de Campo. In.: Relativizando – Uma Introdução à Antropologia Social. Rio de
Janeiro, Rocco: 2000.
Aula 15)
Seminários dos
Grupos Apresentando os Resultados Obtidos em seus exercícios etnográficos.
LAPLANTINE, François. A Etnografia como atividade Perceptiva: o olhar. In.: A Descrição
Etnográfica. São Paulo, Terceira Margem: 2004.
LAPLANTINE, François. A Etnografia como atividade lingüística: a escrita. In.: A
Descrição Etnográfica. São Paulo, Terceira Margem: 2004.
FOOT-WHYTE, William. Treinando a
observação participante. IN.: ZALUAR, Alba. (Ed.), Desvendando Máscaras Sociais. Rio de Janeiro, Francisco
Alves: 1975.
Aula 17)
Considerações Finais sobre o Curso e Entrega dos
Exercícios Etnográficos.
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